
O corpo de Juliana Marins, de 26 anos, que morreu durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, chegou ao Rio nesta terça-feira, em um voo da Força Aérea Brasileira (FAB), que pousou na Base Aérea do Galeão, por volta das 19h40. Um avião da Emirates fez o transporte até São Paulo, onde aterrissou por volta das 17h10, e a FAB fez o translado até o Rio. Agora, o corpo será levado para o Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto, no Centro, para nova autópsia na manhã de quarta-feira.
Uma prima de Juliana estava no aeroporto. Na chegada do avião, chorou bastante enquanto acompanhava a saída do caixão da aeronave. O pai da jovem falou ao GLOBO sobre o alívio com a chegada do corpo da filha.
— Sensação de alívio. Agora vamos poder dar a esse infortúnio um encerramento digno — afirmou ao GLOBO o pai de Juliana, Manoel Marins.
nião (AGU), a 3Defensoria Pública da União (DPU) e o governo estadual do Rio de Janeiro, prevê que a nova autópsia da quarta-feira, aconteça com a presença de representante da família e de um perito da Polícia Federal, após determinação da Justiça Federal.
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A família solicitou uma nova perícia com o objetivo de confirmar o horário da morte e investigar se houve omissão no socorro prestado pelas autoridades indonésias. O pedido, feito pela Defensoria Pública da União (DPU), foi encaminhado à Justiça Federal. A decisão foi proferida em audiência realizada nesta tarde pela 7ª Vara Federal de Niterói.
Por: O Globo 100
