
Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo ressalta a importância de entender e apoiar a diversidade neurocomportamental. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o transtorno afeta uma em cada 100 crianças globalmente. Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2007, o dia visa disseminar conhecimento sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e combater o estigma associado a ele.
O TEA é caracterizado por desafios na comunicação, interação social e comportamentos repetitivos. Mayck Hartwig, neuropsicólogo, destaca a heterogeneidade do espectro, com manifestações variadas. O TEA pode ser classificado em três níveis de suporte, dependendo das necessidades individuais: leve, moderado e elevado.
Luciana Brites, coautora do livro “Mentes Únicas” e especialista em Distúrbios do Desenvolvimento, ressalta a importância do diagnóstico precoce, que pode ocorrer já nos primeiros anos de vida. No Brasil, a Lei Berenice Piana garante direitos aos autistas, incluindo diagnóstico, tratamento e educação. A Lei Romeo Mion institui a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), facilitando o acesso a serviços e benefícios.
É fundamental compreender e apoiar pessoas com TEA, promovendo uma sociedade mais inclusiva e acolhedora para todos.
