Maceió, 2 de outubro de 2026

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Família de mulher morta em acidente diz que veículo estava à serviço de órgão público

Isabel Cristina dos Santos morreu aos 59 anos | Crédito: Arquivo pessoal

“A família está sofrendo muito com a ausência dela, que foi tirada de nós de maneira brusca e estúpida em razão da irresponsabilidade de uma pessoa que conduziu o veículo mesmo sem ter a prerrogativa de conduzi-lo”. A fala é de Marcos Vinícius dos Santos, o irmão de Isabel Cristina dos Santos – a mulher morta no acidente na Avenida Jorge Montenegro Barros, no bairro da Santa Amélia, em Maceió. O familiar cobra justiça e alega que o veículo que ocasionou o acidente estava à serviço do estado de Alagoas.

O caso aconteceu no último dia 28 de maio. A mulher, que tinha 59 anos, dirigia em direção a um condomínio em seu Honda Fit, de cor cinza, quando foi atingida por um Volkswagen Voyage, que estava em alta velocidade. Isabel e o motorista do outro veículo foram socorridos. A mulher, no entanto, não sobreviveu.

Em entrevista ao repórter Leandro Santiago, da TV Pajuçara, o irmão da vítima, que é advogado e chegou ao local onde o fato aconteceu poucos minutos depois do acidente, disse que o Voyage pertence a uma locadora com um contrato em vigência com a Secretaria de Segurança Pública de Alagoas.

“O veículo era de locadora e estava a serviço do estado. Então, sabemos que, se está à serviço, quem só poderia utilizar seria somente agentes públicos. Então, nós queremos saber quem foi a pessoa que cedeu o veículo para o cidadão para ele estar circulando de ‘placa fria’ e em extrema velocidade. A minha irmã morreu justamente pelo excesso de velocidade dele, porque se ele tivesse respeitado a velocidade permitida nas vias urbanas, isso não teria acontecido.” (Marcos Vinícius, irmão da vítima)

Acidente envolveu um Honda Fit e um Volkswagen Voyage | Crédito: Reprodução / Vídeo

Em nota, a Secretaria de Estado da Segurança Pública lamentou a morte de Isabel, mas informou que, no momento do acidente, o carro não estava à serviço da SSP, tampouco era dirigido por um servidor da Segurança Pública. Leia abaixo.

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