Maceió, 2 de outubro de 2026

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Encontro com onça e surfe em Floripa: conheça o ‘tiozão do skate’ das Olimpíadas

Reprodução/Redes sociais

O nome dele é Dallas Oberholzer, mas pode chamar de “tiozão do skate”. O sul-africano, de 49 anos, foi uma das atrações durante a prova do skate park masculino dos Jogos Olímpicos de Paris. Nesta quarta-feira (7), na pista de La Concorde, ele ficou em último, mas ganhou o coração de muitos brasileiros nas redes sociais.

“Gostei de ter acertado minha melhor manobra na última volta, isso já fez valer a pena”, disse Oberholzer, que começou a andar de skate ainda nos anos 1980, desafiando a mãe. “Ela queria que eu jogasse tênis, mas eu não queria bater na bola. Eu queria ser a bola, e sair voando pra um lado e pro outro”, disse.

À reportagem, o veterano agradeceu pelo apoio da torcida brasileira, disse que ama o país, e contou uma história daquelas que parece mentira mas não é sobre uma de suas visitas.

Oberholzer passou boa parte da vida como nômade e, em suas andanças, foi parar no Pantanal, em 1997. Um dia, andando de jipe, ficou preso em um atoleiro e deu de cara com uma onça. “Foi isso: era uma onça, ali, na minha frente. Comecei a gritar e ela foi embora”, relembra. Como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Crédito: Reprodução/Redes sociais

Apesar do susto, o “tiozão” abre um sorrido ao falar dos skatistas brasileiros e de outras experiências que já viveu, e que ainda quer viver, no país.

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